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aaatchimm!

O primeiro resfriado a gente nunca esquece! É de partir o coração.

Ela começou com sinais de que alguma coisa não estava bem na sexta-feira (13!/12) anterior a minha cirurgia. Cocô verde! Já tinha ouvido falar que era sinal de vírus e liguei pro pediatra. Ele mandou levar uma fralda lá, na manhã de sábado para ser encaminhada para o laboratório. Mas e cadê que a menina faz verde novamente naquela noite/manhã? Parecia estar tudo bem e deixamos por isso mesmo porque ela não tinha nenhum sinal de doença. Na segunda-feira (16/12) ainda fui no pediatra perguntar sobre a possibilidade de amamentar logo depois da cirurgia ou tomando medicação pra dor e tals e pedir dicas de como alimentar ela caso ela não pegasse a mamadeira e ja mencionei o cocô que as vezes era verde, as vezes amarelo/alaranjado. Ele explicou que provavelmente o organismo estava tentando combater o vírus e que era pra esperar e ver se não curava por si só.

Acontece que dois días depois eu tive a cirurgia e ela teve que mamar na mamadeira, ficar longe da mãe e tudo isso estressou a bichinha. O cocô passou a ser verde em praticamente todas as evacuadas. E então começaram a aparecer os sintomas. A tosse seca (coisa mais amada hehe) e espirros no dia 22/12, mas foi na madrugada do dia 24 de dezembro que a coisa ficou “feia” (minha mãe diz que eu nåo vi a coisa ficar feia ainda hehe). Era tosse seca, nariz entupido, espirros, falta de apetite, muito sono e uma chaturinha bem característica. Sem febre… Thank God!

Levamos no pediatra no dia 24 de manha cedo e como ja imaginávamos, ele mandou ir cuidando dela normalmente (como se precisasse né?) até que o resfriado passasse. Se não houvesse febre, os outros sintomas eram comuns e deveriam desaparecer em alguns dias. E desapareceram! Mas foi triste de ver o narizinho entupido (desentupimos, ok? Milhares de vezes!) e o aspecto doentinho dela, cortava o coração ! O humidificador de ar e o Nosefrida foram nossos melhores aliados.

Fez-se o segundo calinho no meu coração de mãe.

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Um comentário em “aaatchimm!

  1. Poie e minha filha,ter um filho(a) e assim ,a gente sofre com eles e e pra toda vida, filhos(as) seras sempre bebe no nosso coracao por mais que cresce e vao pra longe ,quando estao doentes ou precisando de ajuda de qualquer natureza a gente sofre junto ,nao importa a idade deles .Ainda bem que a quantidade de alegrias que eles nos dao supera e nos faz esquecer os momentos dificeis!

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